sábado, 22 de fevereiro de 2014

CEBI-GO: Para quem diz que jovem não gosta da Bíblia e oração

Convidado a contribuir em um dia de formação junto a catequistas da ICAR, o CEBI-GO pôde mais uma vez experimentar o desejo da juventude de se encontrar consigo mesmo, em momentos de silêncio e oração.

Cândida, irmãzinha da Fraternidade Charles de Foucault e integrante do CEBI, orientou o grupo, composto por pessoas de diferentes idades. Foi uma manhã de escuta e oração, numa caminhada interior, à luz da Palavra. Chamou a atenção a espiritualidade juvenil. Carregando o estigma da superficialidade, do barulho exagerado ou da alienação religiosa, a juventude não tem reconhecido o seu compromisso espiritual sócio-transformador.

“O amor de Cristo não tem tamanho; não tem largura, nem comprimento, nem altura e profundidade. Ele está muito além das nossas verdades prontas e acabadas, dos nossos entendimentos sobre a vida, dos grupos sociais e religiosos que participamos”. Palavras da Shirley, catequista de uma comunidade católica que integra a Paróquia de Nossa Senhora da Esperança. E Maria Zélia, outra catequista, complementa: “Realmente é muito difícil compreender a dimensão desse amor, mas é preciso vivenciá-lo na família, na comunidade, na sociedade”.

O encontro aconteceu em Goiânia, no dia 16 de fevereiro. Nesse mesmo dia, no período da tarde, o grupo foi motivado a refletir sobre a importância da Bíblia e das brincadeiras na catequese. Por meio de brincadeiras prazerosas e diálogos saborosos, as pessoas partilharam que é preciso haver outros momentos de repouso, alegria, oração, partilhas, estudos bíblicos e encontro verdadeiro como esse.


Múria

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O lado B da questão

O estereótipo da juventude agente da violência
Rafaela Bez

No dia primeiro de julho de 2012, em uma confraternização da Torcida Organizada Fúria Independente, três carros em alta velocidade passam. Inesperadamente, ocupantes do veículo começaram a disparar tiros incansavelmente, em direção deum grupo que estava conversando tranquilamente no local. A rua estava bloqueada. Dos 15 tiros lançados, somente um foi certeiro, aquele que foi disparado na cabeça do irmão do auxiliar de produção,Alisson RaabGonciero. Seu irmão, Diego Henrique RaabGonciero, não resistiu e faleceu. Os noticiários afirmam: morre mais um jovem, apenas mais um. “É impressionante, para a sociedade e a mídia, meu irmão foi apenas mais um. Casos assim tornam a violência exacerbada cada vez mais comum em nosso meio”, afirma Alisson.
A questão da juventude e da violência é debatida pela sociedade de maneira parcial e não leva em conta aspectos estruturais,como o meio em que esses jovens vivem; seus parâmetros sociais, econômicos e familiares. Segundo o sociólogo e colaborador do Centro de Pesquisa e Apoio ao Trabalhador (Cepat), Jonas Jorge da Silva, ao se discutir sobre juventude e criminalidade, deve-se levar em conta, principalmente, a visão que o jovem tem sobre o problema. “De nada adianta discutirmos sobre juventude e criminalidade, sem antes ouvirmos a voz desses jovens. Daqueles que estão calados e ocultos perante a grande massa de informação. Ouvindo-os, o debate será, enfim, verdadeiro”, afirma.

MAPA DA VIOLÊNCIA
De 92 países participantes do ranking de homicídios entre crianças e adolescentes, o Brasil é o 4º colocado. Ao analisar os estados brasileiros, o Paraná ocupa a 9ª colocação, sendo que sua capital é a 6ª mais violenta do país, com uma taxa de 55,9 homicídios para cada 100 mil habitantes. Em dez anos, mais de 526 mil jovens foram exterminados: isso equivale à soma das populações de Piraquara, Pinhais, Fazenda Rio Grande e Colombo, cidades da Região Metropolitana de Curitiba. Homicídio, acidente de trânsito e suicídio. Juntos, esses três fatores são responsáveis por 62,8% das mortes dos jovens brasileiros. Em 2010, 26.854 mil jovens entre 15 e 29 anos, foram vítimas de homicídio, ou seja, 53,5% do total. A chance de um jovem entre 15 e 29 anos morrer é 2,5% mais alta do que um adulto. É o que revela estudo do Ministério da Justiça feito em colaboração com o Instituto Sangari.
Mas, afinal, porque o jovem é visto como causador da violência, sendo que é a maior vítima? “Falta ainda, em nossa sociedade, uma compreensão da juventude: ela não é reconhecida como agente, nem na diversidade de seus grupos atuantes. Precisamos apostar em ações afirmativas e de políticas públicas que contemplem os (as) jovens.As políticas públicas de juventude buscam avançar para além de temas, como violência ou sexualidade e combater o estereótipo que quer criminalizar a juventude”, ressalva o articulador da Casa da Juventude do Paraná(associação sem fins lucrativos de apoio à evangelização da juventude, promoção de vida, inserção social, defesa dos direitos fundamentais e lutas pela efetivação das políticas públicas para a juventude),Geraldo Paulo Pires.
A juventude que morre hoje tem um perfil, sabe-se que sexo ela tem, de onde vem e onde mora. Ojovem exterminado hoje é negro, do sexo masculino e morador da periferia. Em dados, 74,6% dos jovens assassinados são negros, e 91,3% das vítimas de homicídio são do sexo masculino. “A juventude está sendo exterminada. A maioria dos jovens não está morrendo mais devido a fatores naturais, estão morrendo devido às drogas, as armas e os acidentes de trânsito”, ressalta Pires.
É difícil pensar em uma realidade comum entre os jovens, já que a juventude tem consigo a diversidade e as diferentes formas de expressão. “Um dos fatores em comum entre a juventude é a criminalização do jovem. Um jovem que comete delitos é julgado como marginal, mesmo se não conhecesse sua realidade e os fatores que o levaram a incumbir tal ato”, diz a advogada Tailaine Cristina Costa.

“A sociedade vive hoje uma realidade individualista, sendo que esse individualismo leva as pessoas ao desequilíbrio”, afirma Pires. Segundo sociólogos, a cultura da paz deve ser construída com o jovem, e não para o jovem. “A cultura do bem-viver nada mais é do que debater questões e conhecer o lado da juventude, sabendo suas necessidades e o que ela faz”. A cultura da paz é uma cultura pouco debatida e é uma maneira de se viver integrado com as pessoas e com o espaço em que se vive. Uma cultura em que não se aprenda a revidar, mas sim, a dialogar com as pessoas, estabelecendo assim, uma relação mais harmônica com o meio.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

CEBI-RN: “Um país na reconstrução de sua juventude” (seminário)

O CEBI Rio Grande do Norte, promoveu entre os dias 23 a 25 de agosto o Seminário Bíblia e Juventudes, na Cidade de Parnamirim/RN, com o tema: "UM PAÍS NA RECONSTRUÇÃO DE SUA JUVENTUDE". Contamos com a presença de 36 pessoas, sendo a maioria jovens. A assessoria foi de Nael Palhares do CEBI/RN e Janeide Lavor do CEBI/AM e Representante do Conselho Nacional.
Realizamos uma analise de conjuntura dos principais acontecimentos políticos, sociais e religiosos dos quais os jovens participaram ao longo de décadas desde a segunda guerra mundial até os dias de hoje. Fizemos isso embalados/as por músicas que acompanharam esses períodos.
Realizamos reflexões acerca do texto de Is 6,5-8 e de outros. A partir das discussões desenvolvidas nos trabalhos de grupos, tivemos a oficina de reconstrução do texto e de letras de músicas que motivaram as juventudes brasileiras.
Foi um momento riquíssimo de fortalecimento, troca saberes e experiências. Saímos com o compromisso de animarmos cada vez mais nossas juventudes do Rio Grande do Norte através de momentos como este.  

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Lançamento de Livro: "O que sonhamos com Deus?"



Juventudes: O que sonhamos com Deus?

Daniel Sousa (Org.)

Juventudes: O que sonhamos com Deus?Este livro é uma proposta de encontros e estudos bíblicos sobre as realidades de muitas juventudes. São textos que nascem de nossas inquietações contextuais, reinterpretando nossos sonhos, imaginações e desejos. Escolhemos como título Juventudes: o que sonhamos com Deus? A intenção é sinalizar uma compressão de nossa relação com Deus por meio da comunhão irmanada de uma ciranda, e não de uma relação vertical de dominação. 
Código: PNV307
Editora: CEBI
ISBN: 9788577331932
Número de páginas: 45

R$ 6,20
à vista
+ despesa de remessa

Compras pelo site: http://cebi.org.br/publicacoes-produto.php?produtoId=553 

terça-feira, 25 de junho de 2013

CEBI-RS - "Quem tá na rua é pra..."

E o caldeirão, ou melhor, a panela de pressão popular está em ebulição. O movimento que começou com jovens estudantes (cabe aqui o reconhecimento, já que eles sempre são vistos como irresponsáveis ou desinteressados), devido ao aumento das passagens de ônibus, foi o estopim de uma série de protestos por todo o Brasil. Dizem que o gigante deitado em berço esplêndido finalmente acordou. Deve ser verdade, pois parece movimentar-se de modo bem desorientado, como quem acabou de sair da cama. Os gritos da rua são fortes, mas dispersos, cada manifestante expressando o sentimento que lhe convém, sem um tema comum que dê sentido aos protestos. Sobra vontade de lutar, falta um elo norteador.
 
O terreno é fértil para manipuladores. Grupos organizados, especialistas em manter a população sob controle, foram aos poucos se infiltrando, fazendo muito barulho e, aproveitando-se de um cenário real de injustiça e corrupção (existentes desde sempre, apesar da extrema-direita insistir que tenham sido inventadas pelo PT), tornaram gradualmente uníssono um desejo: “Fora, Dilma!” É a tentativa de reproduzir o movimento dos caras-pintadas, que culminou no impeachment do Collor. Lutam por tirar as bandeiras esquerdistas de cena, alegando que as manifestações devem ser apartidárias, mas fazem convenientemente o jogo da oposição ao Governo Federal. Isso é tão óbvio que chega a ser impressionante como a maioria dos participantes não percebe e entra no embalo.
 
Há dois meses, dois encontros de Bíblia e Juventudes – um em São Leopoldo, outro em Santana do Livramento – falavam também de um povo que clamava no deserto. Estávamos, ainda, sob os efeitos dolorosos da tragédia em Santa Maria. Líamos com grande expectativa o primeiro capítulo do Evangelho de Marcos. O povo indo atrás de João Batista, buscando o seu batismo como alternativa aos ritos purificantes (e excludentes) do Templo em Jerusalém. Jesus sendo batizado e recebendo sua missão no Rio Jordão. A formação do primeiro grupo de discípulos, a prisão de João e o início da missão de Cristo. É inevitável comparar aquelas reflexões ao que está acontecendo agora.
  
São Leopoldo, 6 e 7 de abril de 2013
 
Cada encontro tratou de um tema diferente. O de São Léo falou sobre Políticas Públicas para a Juventude. Em Livramento, onde os participantes estavam notavelmente mais sensibilizados com a tragédia da Boate Kiss, já que lá perderam parentes e amigos, o assunto foi o cuidado com a vida e a construção de relações solidárias. O pano de fundo em ambos, porém, era a violência e o extermínio de jovens. Por isso, percebendo que, conforme Mc 1,14, Jesus abraçara sua missão somente após a prisão de João Batista, perguntávamos: “Que Joões ainda precisam ser presos, isto é, o que falta acontecer para tomarmos uma atitude?” O questionamento foi um senhor chacoalhão para os participantes, que se sentiam acomodados. Entretanto, nem a previsão mais otimista daria conta de que, sessenta dias depois, o povo tomaria as ruas.
  
Santana do Livramento, 13 de abril de 2013
  
A coincidência dos fatos é tão grande que, certamente, muitos dos presentes aos encontros lançaram-se porta afora, certos de que o momento havia chegado. Porém, é preciso calma e muito discernimento para não sermos arrastados pelas primeiras impressões. Os mais atentos provavelmente se lembraram de duas coisas:
 
1º) Qual a missão de Jesus e de que fonte Ele a recebeu? Os versículos 11 e 12 de Marcos são retirados de Is 42,1, onde se lê: “Vejam o meu servo, (...) nele tenho o meu agrado. Eu coloquei sobre ele o meu espírito, para que promova o direito entre as nações”. Ora, o direito, segundo o mesmo Isaías, era fazer justiça aos pobres (órfãos, viúvas, estrangeiros etc.). Hoje, quem são os pobres e quem está a favor deles? Que dizem essas pessoas ou grupos sobre as manifestações? Eles tomam parte nisso? De que forma? Essa última questão nos remete ao segundo ponto, que é...
 
2º) De que maneira Jesus organizou sua revolução? As pessoas punham seus camelos na estrada e protestavam contra tudo e contra todos? Parece que não... Primeiro, o Nazareno anunciou a chegada de um novo tempo e exigiu mudança de atitude (v.15). Depois, formou grupos pequenos (vv. 16 a 20). Por fim, demonstrou que o espírito do grupo deveria ser de doação e serviço ao próximo (v. 21 em diante).
 
Por mais que as massas o procurassem – e Ele dedicasse algum tempo a atendê-las – Jesus sempre recusou a popularidade fácil (vv. 35 a 39). Ele sabia que multidão desordenada logo vira rebanho, ajuntamento sem capacidade de reflexão, guiado apenas pelo cajado de um pastor. Organizando seus seguidores em pequenos grupos (como os doze apóstolos, o círculo de mulheres, o núcleo de Betânia etc.), em apenas três anos, Cristo mudou definitivamente o mundo.
 
Pensando agora, sob esse novo olhar, será que fazem tanto sentido assim essas manifestações? Pelo que estamos lutando mesmo? O gigante acordou? Que gigante é esse? Será um monstro devorador de criancinhas? Em São Paulo, prefeito e governador disseram que baixaram as passagens, mas terão que subir outros impostos (PT e PSDB juntos... fim dos tempos?). Abasteci hoje meu carro e fui surpreendido com o aumento de R$ 0,20/litro da gasolina. Será que o gigante põe medo em nossas autoridades? Sabemos exatamente o que queremos? Estamos atingindo nossos objetivos assim? Haveria outra forma? O que isso exigiria de nós? Estamos dispostos?
 
O caminho é longo e não se resolve em alguns confrontos com a polícia militar. O lado bom é que, de uma hora para outra, todos se interessaram por assuntos como o funcionamento dos impostos, os royalties do pré-sal, a tal de PEC 37... Os movimentos sociais estão com a faca e o queijo na mão. Esta é a nossa melhor chance de mobilizar a nação. Vamos para as ruas, sim, mas de forma organizada. Lutemos para que o Brasil realmente seja de todas e de todos.
 
*Escrito por: José Luiz Possato Jr.
Extraído de: http://opedaletra.blogspot.com.br/2013/06/quem-ta-na-rua-e-pra.html

CEBI-PR: "E a casa toda se encheu de perfume!"

Sexta-feira, 31 de maio de 2013 - 14h30min

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Juventude Discípula Amada! Foi esse o tema do encontro organizado pelo CEBI em parceria com a Pastoral da Juventude da ICAR da região de Medianeira e Foz do Iguaçu, no Paraná, no mês de maio. Durante um final de semana, 42 jovens de diversas cidades da região falaram de seus desafios e suas conquistas à luz dos textos do Evangelho de João.
Lembrando inicialmente o túmulo de Lázaro ("é o quarto dia, já cheira mal" - João 11,39), o grupo partilhou os "cheiros ruins" que se fazem presentes na vida da juventude: do cheiro de chulé ao cheiro de igreja envelhecida... do cheiro de "segunda-feira" ao cheiro de cemitério (quanto extermínio de jovens!). Gradativamente, reconhecendo as misturas dos cheiros, o grupo caminhou com Maria de Betânea: "E a casa toda se encheu de perfume" (Jo 12,3). E conheceu Maria de Magdala, a amada em busca do amado na madrugada da ressurreição. Depois de encontrar Jesus no novo jardim, também foi espalhar o perfume: Eu vi o senhor! (João 20,18).
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Com muita festa, teatro e dramatização, com momentos de silêncio pessoal, oração e estudo, foi possível tratar de assuntos pertinentes à realidade juvenil. Mereceu destaque a crítica às propostas de redução da maioridade penal e um sincero debate sobre a necessidade da descriminalização do aborto, para que vidas de jovens e fetos sejam salvos. O tema não pode ser tratado como tema de polícia, mas como tema de saúde pública e de compromisso cristão!
O grupo de Itaipulândia assim se referiu ao encontro: "Foi muito rico. Trabalhos em grupos, apresentação de teatros, dinâmica e muita música. Discutimos também sobre questões sociais, como protagonismo feminino, machismo, aborto, homossexualidade. Foi uma experiência única, contribuindo para valorizar as relações entre os participantes, conhecendo outras realidades e novas formas de evangelizar''.
O encontro foi assessorado por Edmilson Schinelo, de Campo Grande/MS.

CEBI-MS: Juventude em Coxim - "é bom saber que podemos questionar"

Quinta-feira, 16 de maio de 2013 - 20h39min

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Jovens da Pastoral da Juventude da diocese católica de Coxim/MS encontraram-se para mais um momento de vivência e partilha de saberes e aprendizado, na 7ª Escola de Coordenadoras e Coordenadores.
Tendo como tema central Mística e Evangelização, o caminho percorrido foi conhecer e experienciar espiritualidade e relação com o sagrado, na busca da "descoberta" de quem é Deus. Nessa caminhada, pelas manhãs, o grupo orou com o Ofício Divino da Juventude, acolhido pela bela natureza que o Centro Emaús oferece. Na noite de sábado, foi propiciada uma vivência em vigília, ao encontro com Jesus Cristo.
O grupo foi convidado a assistir o filme Aventuras de Pi. Ao final, fez-se uma bela e inspiradora partilha do que havia de comum entre o que filme apresentou e o que construímos sobre espiritualidade, Deus, Jesus Cristo, religião:
- Deus cuida, nos dá sinal;
- Deus se revela;
- às vezes somos testados/as por Deus, mas não percebemos;
- o nome é algo sagrado;
- sagrado e respeito: diferente não é quem é certo ou errado;
- respeito à(s) religião(ões) com o/a outro/a;
- espiritualidade - fé - ação: fazer o caminho, construir junto - espiritualidade e ação;
- experiência - cada pessoa faz a sua, sente, reflete e caminha;
- precisamos da vivência para conhecer o/a outro/a;
- podemos perguntar, questionar Deus, assim acontece a relação: é bom saber que podemos questionar.
Essa vivência trouxe um sopro suave e agradável de descobertas, que estão sendo agora saboreadas dia a dia de cada participante, com o grupo, consigo e com Deus.
Luciene e Amarildo contribuíram na construção desse caminho nos dias 26,27 e 28 de abril de 2013, no Centro Emaús, em Coxim.