segunda-feira, 17 de março de 2014

CEBI-ES: Encontro Bíblia e Juventudes

Aconteceu na tarde deste domingo, dia 16 de março na sala do CEBI-ES, um caloroso encontro de jovens com o tema: "Bíblia e Juventudes". Foi um excelente momento de reflexão a partir do texto de Lc 7,11-17 contextualizado e vivenciado entre os presentes que por si só, abrilhantaram o nosso encontro, mas que também representaram importantes entidades inseridas na sociedade como: Movimento Nacional dos Direitos Humanos, MST, Fejunes, DCE-UFES, Comissão Justiça e Paz, Rede Ecumênica da Juventude (REJU), Seminário Nossa Senhora da Penha, Membros da Igreja Cristã Maranata, Igreja Presbiteriana Unida e Juventude Católica.

Foi um encontro gratificante e prazeroso para nós. Possibilitou a troca de experiências e anseios no mesmo ideal de encontrar as soluções para os desafios, numa reflexão e partilha da palavra de Deus de maneira popular contextualizada à realidade.
Sidneia Imaculada Oliveira

CEBI-ES



quinta-feira, 13 de março de 2014

É HORA DE TRANSFORMAR... O QUÊ?

domingo, 23 de fevereiro de 2014

CEBI-MS: Escola Bíblica para Jovens em Campo Grande


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Com a frase “Como posso entender se alguém não me explicar?” (At 8,31), o CEBI-MS convida a juventude de Campo Grande e região para a Escola Bíblica da Juventude, programada para 2014-2015.
A atividade tem como objetivos: 1. formar lideranças leigas para exercerem os valores cristãos na vida pessoal e comunitária; 2. exercitar a Leitura Popular da Bíblia na perspectiva juvenil; 3. contribuir na formação de acompanhantes de acompanhantes de grupos juvenis.
Em 14 etapas distribuídas durante os dois anos, o curso oferecerá uma visão geral do Primeiro e do Segundo Testamentos. O primeiro encontro acontece em fevereiro de 2014.
A atividade será oferecida em parceria com a Pastoral da Juventude da ICAR.
Contribuição: 15,00 por etapa (o valor inclui o fornecimento de material didático).
Mais informações:
Nayara Martins: (67) 9287-1461
Fernando da Mata: (67) 9916-1696

Redução da maioridade penal é rejeitada pelo Senado

por Revista Forum
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Com 11 votos contra e 8 a favor, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que visava diminuir a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos específicos. A maioria da comissão considerou a mudança proposta como inconstitucional, além de violar os direitos das crianças e dos adolescentes.
O texto, que é de autoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) (foto), foi derrubado com cinco votos de senadores do PT, dois do PMDB, um do PSOL, um do PSDB, PCdoB e do PSB. Os debates se prolongaram por horas e o auditório foi ocupado por ativistas dos Direitos Humanos que comemoraram a derrubada do Projeto de Lei.
Quando foi fazer a defesa do texto, o senador Aloysio chegou a bater boca com um manifestante, que o chamou de “fascista”, no que o parlamentar respondeu que “quem grita e interrompe é que é fascista”.
Segundo a proposta do senador tucano, responderiam criminalmente como adultos adolescentes acusados de praticar delitos inafiançáveis, tais como crimes hediondos, tráfico de drogas, tortura e terrorismo. Os reincidentes em lesões corporais ou roubo qualificado também seriam criminalizados caso houvesse parecer favorável de um promotor da Vara da Infância e autorização da justiça.
Mas a maioria da CCJ considerou inconstitucional a PEC e seguiu o voto do senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP). “Essa pretensa solução aqui apresentada, ao contrário de resolver o problema, só irá trazer outros problemas, encher as penitenciárias do falido sistema penitenciário brasileiro de mais filhos da pobreza deste país e agravar ainda mais um problema deste país”, disse Randolfe.
O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), declarou que diminuir a idade penal não “inibe a criminalidade entre os adolescentes”. “A responsabilização penal no Brasil começa aos 12 anos, por meio de medidas socioeducativas”, disse o peemedebista, referindo-se à idade prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Quem saiu em defesa do projeto de Aloysio Nunes Ferreira foi o senador Magno Malta (PR-ES), que possui um PL que reduz a maioridade penal para 13 anos e defendeu que “qualquer criança ou adolescente que cometa crime hediondo seja julgado com adulto”.
A seguir, confira quem votou contra e a favor:
Contra a redução da maioridade penal:


Angela Portela (PT-RR)
Aníbal Diniz (PT-AC)
Antônio Carlos Valadares (PSB-PE)
Eduardo Braga (PMDB-AM)
Eduardo Suplicy (PT-SP)
Gleisi Hofmann (PT-PR)
Inácio Arruda (PCdoB-CE)
José Pimentel (PT-CE)
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Randolfe Rodrigues (Psol-AP) – autor do voto em separado que derrubou o relatório oficial
Roberto Requião (PMDB-PR)
A favor da redução da maioridade penal:
Aloysio Nunes (PSDB-SP) – autor da PEC rejeitada
Armando Monteiro (PTB-PE)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Cyro Miranda (PSDB-GO)
Magno Malta (PR-ES)
Pedro Taques (PDT-MT)
Ricardo Ferraço (PMDB-ES) – relator da PEC rejeitada (não estava presente, mas seu voto foi computado)
Romero Jucá (PMDB-RR)

sábado, 22 de fevereiro de 2014

CEBI-GO: Para quem diz que jovem não gosta da Bíblia e oração

Convidado a contribuir em um dia de formação junto a catequistas da ICAR, o CEBI-GO pôde mais uma vez experimentar o desejo da juventude de se encontrar consigo mesmo, em momentos de silêncio e oração.

Cândida, irmãzinha da Fraternidade Charles de Foucault e integrante do CEBI, orientou o grupo, composto por pessoas de diferentes idades. Foi uma manhã de escuta e oração, numa caminhada interior, à luz da Palavra. Chamou a atenção a espiritualidade juvenil. Carregando o estigma da superficialidade, do barulho exagerado ou da alienação religiosa, a juventude não tem reconhecido o seu compromisso espiritual sócio-transformador.

“O amor de Cristo não tem tamanho; não tem largura, nem comprimento, nem altura e profundidade. Ele está muito além das nossas verdades prontas e acabadas, dos nossos entendimentos sobre a vida, dos grupos sociais e religiosos que participamos”. Palavras da Shirley, catequista de uma comunidade católica que integra a Paróquia de Nossa Senhora da Esperança. E Maria Zélia, outra catequista, complementa: “Realmente é muito difícil compreender a dimensão desse amor, mas é preciso vivenciá-lo na família, na comunidade, na sociedade”.

O encontro aconteceu em Goiânia, no dia 16 de fevereiro. Nesse mesmo dia, no período da tarde, o grupo foi motivado a refletir sobre a importância da Bíblia e das brincadeiras na catequese. Por meio de brincadeiras prazerosas e diálogos saborosos, as pessoas partilharam que é preciso haver outros momentos de repouso, alegria, oração, partilhas, estudos bíblicos e encontro verdadeiro como esse.


Múria

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O lado B da questão

O estereótipo da juventude agente da violência
Rafaela Bez

No dia primeiro de julho de 2012, em uma confraternização da Torcida Organizada Fúria Independente, três carros em alta velocidade passam. Inesperadamente, ocupantes do veículo começaram a disparar tiros incansavelmente, em direção deum grupo que estava conversando tranquilamente no local. A rua estava bloqueada. Dos 15 tiros lançados, somente um foi certeiro, aquele que foi disparado na cabeça do irmão do auxiliar de produção,Alisson RaabGonciero. Seu irmão, Diego Henrique RaabGonciero, não resistiu e faleceu. Os noticiários afirmam: morre mais um jovem, apenas mais um. “É impressionante, para a sociedade e a mídia, meu irmão foi apenas mais um. Casos assim tornam a violência exacerbada cada vez mais comum em nosso meio”, afirma Alisson.
A questão da juventude e da violência é debatida pela sociedade de maneira parcial e não leva em conta aspectos estruturais,como o meio em que esses jovens vivem; seus parâmetros sociais, econômicos e familiares. Segundo o sociólogo e colaborador do Centro de Pesquisa e Apoio ao Trabalhador (Cepat), Jonas Jorge da Silva, ao se discutir sobre juventude e criminalidade, deve-se levar em conta, principalmente, a visão que o jovem tem sobre o problema. “De nada adianta discutirmos sobre juventude e criminalidade, sem antes ouvirmos a voz desses jovens. Daqueles que estão calados e ocultos perante a grande massa de informação. Ouvindo-os, o debate será, enfim, verdadeiro”, afirma.

MAPA DA VIOLÊNCIA
De 92 países participantes do ranking de homicídios entre crianças e adolescentes, o Brasil é o 4º colocado. Ao analisar os estados brasileiros, o Paraná ocupa a 9ª colocação, sendo que sua capital é a 6ª mais violenta do país, com uma taxa de 55,9 homicídios para cada 100 mil habitantes. Em dez anos, mais de 526 mil jovens foram exterminados: isso equivale à soma das populações de Piraquara, Pinhais, Fazenda Rio Grande e Colombo, cidades da Região Metropolitana de Curitiba. Homicídio, acidente de trânsito e suicídio. Juntos, esses três fatores são responsáveis por 62,8% das mortes dos jovens brasileiros. Em 2010, 26.854 mil jovens entre 15 e 29 anos, foram vítimas de homicídio, ou seja, 53,5% do total. A chance de um jovem entre 15 e 29 anos morrer é 2,5% mais alta do que um adulto. É o que revela estudo do Ministério da Justiça feito em colaboração com o Instituto Sangari.
Mas, afinal, porque o jovem é visto como causador da violência, sendo que é a maior vítima? “Falta ainda, em nossa sociedade, uma compreensão da juventude: ela não é reconhecida como agente, nem na diversidade de seus grupos atuantes. Precisamos apostar em ações afirmativas e de políticas públicas que contemplem os (as) jovens.As políticas públicas de juventude buscam avançar para além de temas, como violência ou sexualidade e combater o estereótipo que quer criminalizar a juventude”, ressalva o articulador da Casa da Juventude do Paraná(associação sem fins lucrativos de apoio à evangelização da juventude, promoção de vida, inserção social, defesa dos direitos fundamentais e lutas pela efetivação das políticas públicas para a juventude),Geraldo Paulo Pires.
A juventude que morre hoje tem um perfil, sabe-se que sexo ela tem, de onde vem e onde mora. Ojovem exterminado hoje é negro, do sexo masculino e morador da periferia. Em dados, 74,6% dos jovens assassinados são negros, e 91,3% das vítimas de homicídio são do sexo masculino. “A juventude está sendo exterminada. A maioria dos jovens não está morrendo mais devido a fatores naturais, estão morrendo devido às drogas, as armas e os acidentes de trânsito”, ressalta Pires.
É difícil pensar em uma realidade comum entre os jovens, já que a juventude tem consigo a diversidade e as diferentes formas de expressão. “Um dos fatores em comum entre a juventude é a criminalização do jovem. Um jovem que comete delitos é julgado como marginal, mesmo se não conhecesse sua realidade e os fatores que o levaram a incumbir tal ato”, diz a advogada Tailaine Cristina Costa.

“A sociedade vive hoje uma realidade individualista, sendo que esse individualismo leva as pessoas ao desequilíbrio”, afirma Pires. Segundo sociólogos, a cultura da paz deve ser construída com o jovem, e não para o jovem. “A cultura do bem-viver nada mais é do que debater questões e conhecer o lado da juventude, sabendo suas necessidades e o que ela faz”. A cultura da paz é uma cultura pouco debatida e é uma maneira de se viver integrado com as pessoas e com o espaço em que se vive. Uma cultura em que não se aprenda a revidar, mas sim, a dialogar com as pessoas, estabelecendo assim, uma relação mais harmônica com o meio.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

CEBI-RN: “Um país na reconstrução de sua juventude” (seminário)

O CEBI Rio Grande do Norte, promoveu entre os dias 23 a 25 de agosto o Seminário Bíblia e Juventudes, na Cidade de Parnamirim/RN, com o tema: "UM PAÍS NA RECONSTRUÇÃO DE SUA JUVENTUDE". Contamos com a presença de 36 pessoas, sendo a maioria jovens. A assessoria foi de Nael Palhares do CEBI/RN e Janeide Lavor do CEBI/AM e Representante do Conselho Nacional.
Realizamos uma analise de conjuntura dos principais acontecimentos políticos, sociais e religiosos dos quais os jovens participaram ao longo de décadas desde a segunda guerra mundial até os dias de hoje. Fizemos isso embalados/as por músicas que acompanharam esses períodos.
Realizamos reflexões acerca do texto de Is 6,5-8 e de outros. A partir das discussões desenvolvidas nos trabalhos de grupos, tivemos a oficina de reconstrução do texto e de letras de músicas que motivaram as juventudes brasileiras.
Foi um momento riquíssimo de fortalecimento, troca saberes e experiências. Saímos com o compromisso de animarmos cada vez mais nossas juventudes do Rio Grande do Norte através de momentos como este.